“A palavra comodismo aqui não existe. Isso já parte do nosso comandante (Allan Aal). Com ele, é impossível se acomodar. Ele cobra bastante, sabe que pode tirar algo a mais da gente. Sabe do potencial do elenco. Isso (vantagem) é algo positivo, mas pode servir de armadilha. Tem de saber jogar com essa vantagem, mas não sentar em cima dela. Vamos para ganhar o jogo”, afirmou.
Por falar na expulsão passada, o jogador não escondeu a frustração de ter ficado fora do primeiro jogo da semifinal. “Foi algo chato. Ninguém esperava, eu muito menos. Cansamos de ver várias imagens de outros atletas aqui, como Kieza, e em outros clubes fazendo isso e não dando (punição). Não foi passado algo pelo delegado do jogo ou o quarto árbitro. Por que expulsar direto? Fica o questionamento. Há quem defenda, mas tudo bem. Não guardo mágoas. Fiquei chateado no momento porque era uma perda para a equipe, mas já passou. A galera se uniu, ficou mais forte”, contou.
Com a vantagem por 1x0, o Náutico precisa apenas do empate para sair
com a vaga na final. Se perder por um gol de diferença, a decisão vai
para as penalidades. Por mais, o Retrô garante lugar na disputa pelo
título.
