Acompanharam a visita, ainda, o deputado estadual France Hacker (PSB) com o filho Hildo Hacker; o diretor do Grupo EQM Paulo Júlio; o assessor especial da Presidência do Grupo EQM, Joni Ramos, e o empresário Henrique Cruz.
"Sinto-me honrado. Fico muito feliz com esta visita. O presidente de um partido importante, com amigos de Pernambuco, faz uma visita ao nosso jornal, a primeira nesta quarta-feira", destacou o presidente do Grupo EQM, Eduardo de Queiroz Monteiro.
Marconi assumiu há três meses a liderança nacional do partido, do qual é filiado há 30 anos, e está em viagem por capitais brasileiras para conversar com líderes e fazer filiações com vistas às eleições municipais deste ano.
Ele estava acompanhado da vice-presidente da legenda em Goiás e secretária-executiva do PSDB nacional, Eliane Pinheiro; do prefeito de Sanclerlândia e secretário-geral do PSDB Goiás, Itamar Leão; do presidente do partido em Pernambuco, Fred Loyo; e do presidente da federação PSDB-Cidadania, Bruno Araújo.
Legado
“Resolvi dar uma andada pelo País para conhecer de perto a quantas anda o
partido, o que é que tem, o que não tem, e trazendo gente para dentro.
Também falando um pouco de legado, de história, mas projetando para
frente”, disse Marconi.
Ele destacou que a sua sugestão aos pré-candidatos é de tratar de temas locais, evitando a polarização de questões nacionais.
“Eu fiquei muito impressionado nesse giro com a quantidade de nomes bons que a gente tem, com toda a chance de ganhar”, revelou. O tucano, no entanto, registrou que, por o partido ter um fundo partidário menor e um tempo de televisão curto, termina encontrando dificuldades.
“Mas a gente também tem história e vamos ter propostas, projetos”, justificou.
Marconi não poupou elogios aos três únicos governadores do PSDB, eleitos em 2022: Raquel Lyra (PE), Eduardo Leite (RS) e Eduardo Riedel (MS).
“São três exemplos de governadores que de certa forma quebraram a polarização. Raquel em um estado lulista. Eduardo quebrou a polarização em um estado bolsonarista, mas com força para o lulismo também. Foi para o segundo turno puxando o debate para o local, que foi o que Raquel fez aqui. Isso é uma demonstração inequívoca que é possível (ganhar uma eleição quebrando a polarização)”, analisou.
Marconi também comentou a proximidade de Raquel com o governo Lula (PT). “Disse que ela tem toda a liberdade de ter um relacionamento administrativo que for necessário para que o Estado receba benefícios”.
Ainda ontem, o presidente do PSDB jantou com a governadora.
